Skip to content

Entrega por SRT

O SRT leva o sinal para onde o multicast não chega: para outra cidade, para um parceiro, pela internet. Há duas maneiras de entregá-lo, e elas diferem em quem estabelece a conexão:

  • Push — a estação disca por conta própria até o destino e faz push do stream. É assim que se entrega um sinal a um site que espera uma conexão de entrada.
  • Distribuição (play) — a estação levanta um listener e espera o parceiro puxar o stream. É cômodo quando a contraparte tem o seu próprio horário e o seu próprio equipamento: você dá o endereço e a chave, o resto é com ela.

Envio para um destino

A aba Saída, + Adicionar push, o protocolo SRT:

Campo O que define
Nome a identidade do destino
Host, Porta o listener SRT do lado que recebe
Senha de acesso a chave de criptografia AES; na divergência, o lado receptor recusa no handshake
Stream ID o identificador pelo qual o receptor entende o que lhe foi enviado
Tempo limite de handshake (ms), Tempo limite do peer (ms) os tempos limite de estabelecimento e de inatividade

Um endereço colado inteiro como srt://203.0.113.10:9000 é dividido nos campos, e a URL SRT remontada é mostrada ao lado — é ela que se copia e se entrega ao lado receptor.

Um push morto se levanta sozinho, uma vez a cada cinco segundos, como qualquer outro destino de entrega.

Distribuição da porta do stream

O bloco Reprodução SRT: ligue Permitir pull SRT (reprodução), defina a Porta e, de preferência, uma Senha de acesso.

O parceiro puxa o stream conectando a srt://<station-address>:<port> com a chave dele. A porta pertence ao stream por inteiro — uma porta por stream; um conflito de portas entre streams é rejeitado ao salvar, e não descoberto no ar.

A distribuição de uma porta dedicada pode ter a sua própria seção de saída MPEG-TS: o parceiro recebe o sinal sob o número de programa de que precisa, sem tocar os demais destinos.

O que convém saber

  • A saída não pinta o stream. O status do stream reflete a entrada. Um destino de push caído não deixa o stream vermelho — a entrega é verificada pelos contadores do destino.
  • A latência na saída é o orçamento do receptor. Quanto tempo o lado receptor tem para recuperar perdas é ele quem define; a regra dos «três ou quatro RTTs» é a mesma nos dois lados — veja Captura por SRT.
  • Retransmissões são normais enquanto são poucas. O contador de retransmissões de um destino cresce quando o caminho perde pacotes: o transporte está fazendo o trabalho dele. O que preocupa não é o fato, mas a tendência e a companhia dela — reconexões ao lado.

O que vem a seguir