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Diagnóstico do streamer

O cartão do streamer — abra-o do registro — reúne tudo o que é preciso quando «algo está errado com o streamer». Esta página percorre as perguntas típicas de cima para baixo: está vivo, a configuração chegou, o central o alcança, os discos estão íntegros.

O streamer está vivo?

A pílula do cabeçalho: Online — o streamer reporta; Sinal perdido — calou nos últimos 15 minutos; Offline — cala há mais tempo. Ao lado — há quanto tempo veio o último reporte.

O cartão não apaga a telemetria de um streamer calado: CPU, memória, rede e streams aparecem esmaecidos, como últimos valores conhecidos — um aviso o diz. Um streamer recém-surgido sem um único reporte mostra telemetria vazia.

A configuração chegou?

O central entrega ao streamer um slice de configuração; o cartão mostra três versões, e compará-las é a ferramenta principal do «onde travou?»:

  • Slice desejado — o que o central quer ver no streamer (e quando isso mudou).
  • Slice baixado — o que o streamer conseguiu buscar.
  • Slice aplicado — a versão com a qual ele realmente roda.

O trio se lê assim: o desejado foi adiante e o baixado atrasa — o streamer não está buscando a configuração: está offline ou sem rede até o central. O baixado alcançou mas o aplicado atrasa — o streamer baixou mas não conseguiu aplicar: leia o log dele na própria máquina. Os três iguais — a entrega está bem, e o problema mora em outro lugar.

As configurações do próprio streamer têm a mesma mecânica em miniatura: os indicadores Salvo → Em trânsito → Aplicado do formulário.

O central o alcança?

Na linha do registro e no cartão pode acender um chip de alcance — o central avisando que não consegue chamar o management API do streamer:

  • sem api_url — o endereço não está definido;
  • sem api_auth — a autorização não está definida;
  • api_auth sombreado localmente — o ambiente da máquina atropela a autorização;
  • API sem resposta — o endereço está definido mas ninguém responde: a rede ou o serviço na máquina.

Os três primeiros se consertam nas configurações do streamer — o chip é clicável e leva direto lá. A consequência de qualquer um é a mesma: as sessões do streamer somem da saída, embora os canais continuem funcionando.

Mais abaixo no cartão — o bloco Entrega ao cliente: como os espectadores recebem a mídia deste streamer — no processo, redirecionamento, central faz proxy — ou um inacessível vermelho quando nada está definido. Um aviso à parte: há certificado emitido para o nome, mas a base de entrega segue em http://.

Os discos estão íntegros?

O bloco Discos DVR — uma barra por disco: o preenchimento (amarela aos 85 %, avermelha aos 93 %) e o estado quando difere do operacional: suspeito, degradado, somente leitura, retirado. Dois estados tiram o disco da gravação por completo:

  • disco indisponível — a raiz do arquivo falta ou não se lê;
  • não montado — a raiz caiu na partição do sistema; a gravação fica proibida até o disco ser montado à parte (ou a verificação de montagem ser desligada de propósito nas configurações).

Um disco vermelho aqui é o indicador DVR vermelho dos canais: a gravação degrada ou para.

Certificados

O bloco Certificados mostra a sorte de cada entrada TLS do streamer: emitido — com o prazo até expirar (a linha amarela duas semanas antes), emitindo, falhou — com o texto do erro ACME no lugar. A configuração mora no formulário do streamer.