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Fonte multicast

A imagem típica do operador de cabo: um headend ou um codificador distribui os canais como transport streams MPEG-TS em grupos multicast da rede local — um grupo por canal. Esta página conecta um grupo assim a um canal do Catena.

Conecte o grupo

Crie um canal e pressione + Adicionar fonte na aba Fontes. Escolha o protocolo MPEG-TS/UDP e preencha:

  • Host — o endereço do grupo multicast, por exemplo 239.255.1.77.
  • Porta — a porta do grupo, por exemplo 5500.
  • Tempo limite do peer (ms) — quanto silêncio no grupo tolerar antes de reiniciar a recepção. Campo vazio é um padrão sensato.

Pressione Salvar. O streamer entra no grupo, captura o stream, e o status do canal fica verde; o cartão de saúde mostra a taxa de bits e as trilhas.

A fonte multicast conectada e funcionando

O que deve valer na rede

  • Multicast não viaja pela internet. O streamer que recebe o grupo deve estar no mesmo segmento de rede que a fonte — ou a rede no meio deve rotear multicast.
  • A assinatura é feita pelo streamer. Ele envia um IGMP join; switches com IGMP snooping entregam o stream só aos assinantes. Nada precisa ser configurado no streamer para isso — o que importa é a rede deixar o join passar.
  • Uma entrada — um grupo e uma porta. Cada canal tem seu próprio grupo: é assim que o headend também os distribui.

Adiante por tarefas

  • O stream do grupo normalmente já vem comprimido (H.264 ou MPEG-2). H.264/AAC toca como está; se o headend envia MPEG-2 — adicione um transcodificador, ou os reprodutores de navegador não lerão o stream.
  • Entradas TS levam um contador de erros de continuidade: o limiar Limite de erros CC põe a fonte em «degradada» com perda de pacotes — veja Reserva de fontes.
  • Um grupo multicast também pode ser reserva: uma segunda entrada com prioridade abaixo da principal.

Se o grupo não foi capturado

  • O cartão diz Morta, sem taxa de bits. Os pacotes não chegam ao streamer: grupo ou porta errados, outra VLAN, o IGMP join barrado por um switch, um firewall cortando UDP. Verifique da máquina do streamer — é ele quem assina.
  • Há taxa de bits mas o canal não está verde. O stream chega mas as trilhas esperadas não são encontradas nele — olhe o cartão de saúde: o que o streamer extraiu do stream.
  • A fonte pisca: funcionando — degradada. Perda de pacotes na rede; o contador de erros CC no cartão cresce. É um problema de rede, não do canal.