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O painel de controle

A primeira tela após o login responde a uma pergunta: está tudo bem? Quatro cartões — os contadores de saúde; abaixo, a dinâmica de espectadores e tráfego; no pé, o mapa de calor de erros por canal.

O painel de controle de uma instalação em funcionamento

Os cartões

  • Streamers online e Streamers quebrados — o resumo do registro: quem reporta, quem parou.
  • Canais online e Canais quebrados — os canais funcionando e os que deveriam funcionar mas não conseguem: nenhuma de suas fontes entrega dados.

Os cartões de quebras ficam cinza enquanto a contagem é zero e ficam vermelhos na primeira falha — numa instalação saudável esta tela é cinza-verde, e qualquer mancha vermelha nela significa trabalho.

O botão Adicionar canal leva à lista de canais.

Os gráficos

  • Canais e clientes — quantos canais estão no ar e quantos espectadores assistem, ao longo do tempo.
  • Rede — o tráfego de entrada e de saída da instalação.

A história dos gráficos vem do armazém de métricas embutido: uma instalação recém-posta parte de eixos vazios, e a história se acumula com o funcionamento.

Erros de canais

O mapa de calor no pé — um canal por linha, o tempo na horizontal; quanto mais escura a célula, mais erros caíram sobre o canal naquele intervalo. Passe o cursor e a dica nomeia o número exato. É o jeito mais rápido de ver que um canal adoece periodicamente: uma fileira uniforme de células escuras num canal é um problema sistemático da fonte, uma mancha isolada é uma falha pontual.

Quando algo está vermelho

  • Streamers quebrados. Abra o registro de streamers: quem exatamente silenciou e desde quando — os chips de alcance e o último sync também moram lá.
  • Canais quebrados. Abra a lista de canais: o indicador vermelho mostra quem, a cadeia de fontes — por quê. Depois — o diagnóstico da fonte.